terça-feira, 26 de novembro de 2013

O NATAL














Natal em 25 de dezembro?

O clima prova: Yeshua não nasceu em Dezembro
 “E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriam os dias em que ela havia de dar a luz. E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Ora, havia, naquela mesma comarca, pastores que estavam no campo e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho.” Lc 2:6-8
 Quando o Mashiach nasceu, os pastores estavam no campo, durante as vigílias da noite, e guardavam os rebanhos pelos quis eram responsáveis.
 Como seria o clima, em Dezembro, lá no Orienta Médio?
 Nesta época inicia-se a estação das chuvas, a considerada estação de inverno, fazendo muito frio. Por isso, os pastores tinham seus rebanhos recolhidos e abrigados, e não nos campos.
 “Entre os pastores se costumava enviar as ovelhas aos desertos, por ocasião da páscoa, e recolhê-las no começo das primeiras chuvas...”  
 As primeiras chuvas começavam em princípios do mês de Marchesvan, que corresponde as partes de nosso Outubro e Novembro, ... por conseguinte, o Mashiach  não nasceu em 25 de dezembro, “  quando não haviam rebanhos no campo.” (Comentário de Adam Clarke, vol3, pág 111)
 “ Durante os tempos que os rebanhos permaneciam fora, os pastores velaram por eles dia e noite, todavia a primeira chuva caia em meados de Hesvan, que corresponde a princípios de Novembro. As ovelhas permanecem fora nos campos de Israel, todo o tempo do verão,e em consequência, os pastores ali receberam as novas do anjo, o que mostra que Yeshua não nasceu em 25 de dezembro, porque para este tempo já não havia pastores e ovelhas nos campos de Belém...” (Talmudits inLighfootsd –inglês)
 Que mês do calendário hebraico corresponde ao nosso Dezembro?
“Aconteceu, pois, no ano quarto do rei Dario, que a palavra do SENHOR veio a Zacarias, no dia quarto do nono mês, em quisleu.” Zc 7:1
 A Bíblia confirma que havia chuvas neste mês?
 “Então todos os homens de Judá e Benjamim, em três dias, se ajuntaram em Jerusalém; era o nono mês, no dia vinte  do mês; e todo o povo se assentou na praça da Casa de D-us, tremendo por este negócio e por causa das grandes chuvas.” Esdras 10:9
 A Bíblia confirma que fazia frio neste mês?
 “Estava, então, o rei assentado na casa de inverno, pelo nono mês; e estava diante dele um braseiro aceso.” Jr 36:22
 Recenseamento no mês das chuvas?
Nos dias do nascimento de Yeshua, César Augusto convocou, por decreto, a todos do império para que fossem recensear-se:
“Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se. Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria.
Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.
José também subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi, a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.”  Lc 2;1-5.
César Augusto pretenderia realizar um recenseamento com um clima inadequado para a ocasião?
Fatores a considerar:
 Belém está a 140 km de Nazaré;
Belém está aproximadamente a 250 metros acima de Nazaré;
As precárias condições das estradas;
 Os meios de transporte disponíveis: camelo ou burrico;
 Como um governador marcaria uma contagem para uma época assim?
 O que os pastores estariam fazendo com seus rebanhos no campo num tempo de chuvas e frio?
No mapa pode-se observar a cidade de Nazaré ao norte na Galiléia. Ao sul, na Judéia, próximo de Jerusalém, está Belém, a cidade do nascimento de Yeshua. Estas cidades estão distantes 140 km entre si e num desnível de mais de 250 metros.
 Na manjedoura com Yeshua
A tradição diz que na manjedoura estiveram os pastores, os reis magos e os animais. O que mostra a Bíblia?
“E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
Ora havia, naquela mesma comarca, pastores que estava no campo e guardavam durantes as vigílias da noite o seu rebanho.
E eis que um anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo, pois na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador que é o Cristo, o Senhor;
E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.
E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a D-us e dizendo: Glória a D-us nas alturas, paz na terra. Boa vontade para com os homens ! E aconteceu que, ausentando-se deles os anjos para céus, disseram as pastores uns aos outros: Vamos, pois, até Belém e vejamos isso que aconteceu e que o Senhor nos fez saber. E foram apressadamente e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura.”  Lc 2:6-16
O texto mostra-nos com clareza, que os pastores que estavam no campo, no dia do nascimento do Senhor Yeshua, foram visitá-lo na manjedoura, encontrando lá, José e Maria juntamente com seu filho Yeshua. Então, onde estavam os magos? Aliás, eles eram reis ou magos?
Sobre os magos...“E, tendo nascido Yeshua em Belém da Judéia, no tempo do Réu Herodes, eis que uns magos vieram do Orienta a Jerusalém, e perguntaram: Onde está aquele que é nascido reis dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos a adora-lo.”  Mt 2:1,2.
A Brit Chadashah não declara quantos eram, nem que eram reis. Chamaríamos de fábulas, especulação e ainda acréscimo. Sabe-se que eram sábios, estudiosos das profecias e de astronomia.
Herodes procura matar o menino
 A partir do momento em que viram a estrela no oriente, os magos partiram para encontrar o rei Yeshua.
Em Jerusalém houve grande perturbação. Herodes e as autoridades religiosas juntaram-se para descobrir onde e quando haveria de nascer o Mashiach:
“E o rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e toda a Jerusalém com ele.”
E congregado todos os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Cristo.
E eles lhe disseram: Em Belém da Judéia, porque assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá, porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel.
Então, Herodes, chamando secretamente os magos, inquiriu exatamente deles acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera.
E, enviando-os a Belém, disse: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino, e, quando, o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.”  MT 2:3-8
 Onde os magos encontraram o menino?
“E, tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto no Orienta ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.
E, vendo eles a estrela, alegraram-se, muito com grande júbilo. E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra.” Mt 2:9-11
Os magos encontraram o menino em casa. Na manjedoura estiveram somente os pastores e não os magos!
 A idade de Yeshua
 Quando os magos encontraram Yeshua seria Ele um recém-nascido?
 “Então, Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos.” Mt 2:16
Baseado na informação dos magos, Herodes agiu. Mandou  matar os meninos de dois anos para baixo, procurando neste contingente atingir o menino Yeshua. Portanto quando os magos encontraram Yeshua, em casa, Ele estava perto da idade de dois anos. Como se pode ver, não se tratava mais de um recém nascido. E o que comumente se observa hoje?
Presentes para Yeshua
Era costume ao se visitar um rei levar algum presente. Por ser rei o Senhor foi presenteado, porém a Bíblia não menciona que houve troca de presentes.

“E deu ao rei cento e vinte talentos de ouro, e muitíssimas especiarias, e pedras preciosas; nunca veio especiaria em tanta abundância como a que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão.. E o rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo quanto lhe pediu o seu desejo, alem do que lhe deu, segundo a generosidade do rei Salomão; então, voltou e partir para a sua terra, ela e os seus servos.”  IReis 10:10,13
 E sendo rei, o Senhor recebera os presentes destes estudiosos de astronomia.
25 de dezembro ?
É o nascimento do deus-sol-invicto dos pagãos:
Então, me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel, fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? E eles dizem: O SENHOR não nos vê, o SENHOR abandonou a terra. E disse-me: Tornarás a ver ainda maiores abominações do que as que estes fazem.
E levou-me à entrada da porta da Casa do SENHOR, que está da banda do norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz. E disse-me: Viste, filho do homem? Verás ainda abominações maiores do que estas.
E levou-me para o átrio interior da Casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR e com o rosto para o oriente; e eles adoravam o sol, virados para o oriente. Ez 8:12-16
O nascimento de Yeshua, em 25 de dezembro, acaba por fazer com que se dê honra ao deus-sol.
“A solenidade do natal foi instituída para substituir as festas pagãs do sol invicto, no solstício de inverno (..) A igreja do oriente sempre celebrou o nascimento de Yeshua no dia 6 de janeiro, na festa da Epifania. No Ocidente sempre foi o dia 25 de dezembro.”        (Informativo da Diocese de Marília-SP – Ano I – nr 4 – Dezembro/98 Editor: Vanderley Sampaio – http:// www.sampaio.jor.br/nomeiodenos/edic04/04forma.htm )
“Os cristão se deslumbraram diante das festas pagãs do deus-sol, celebrados no solstício de inverno, o dia mais curto do ano (21 ou 22 de dezembro, no hemisfério norte). A partir de então, passaram a proclamar, o natal de Jesus no dia 25 de dezembro.
Eles se deram conta de que o Sol vem para dissipar as trevas do coração humano, arrebatar dos túmulos os que jazem na morte e inaugurar uma nova criação repleta de vida, alegria, realização e dignidade, é Jesus.” ( Pe. Carlos James dos Santos, SJ, membro do CCB. http://www.ccbnet.org.br/companhia/comp003mat001.htm )
 Em que mês Yeshua nasceu ?
 Siga os passos acompanhando o calendário que divide o ano em 24 quinzenas.


1 Nascimento de João Batista:
 a) Zacarias era sacerdote da ordem de Abias:
 “Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; o nome dela era Isabel.” Lc 1:5
 b) Davi divide o ano sagrado dos hebreus em 24 turnos ou quinzenas, definindo assim a ordem de cada turma para prestar os serviços do santuário.
 “E Davi os repartiu, como também a Zadoque, dos filhos de Eleazar; e a Aimeleque, dos filhos de Itamar; segundo o seu ofício no seu ministério.
E os repartiram por sortes, uns com os outros; porque houve maiorais do santuário e maiorais da Casa de D-us, assim dentre os filhos de Eleazar; como dentre os filhos de Itamar.
E saiu a primeira sorte a Jeoiaribe, a segunda, a Jedaias; a sétima, a Hacoz; aoitava, a Abias; a vigésima terceira, a Delaías; a vigésima a quarta a Maazias.” I Cr 24:3,5,7,18
Observe aqui que, a oitava quinzena, dentro do ano sagrado, cabia ao turno de Abias. Esta estava dentro do mês de Tamuz. Neta quinzena, Zacarias, o pai de João Batista, deveria prestar os serviços.
 c) Zacarias cumpria os serviços no tempo de acordo com sua ordem e, é avisao pelo anjo, que Isabel, sua esposa, ficaria grávida.
 “Existiu, no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote, chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Arão; o nome ela era Isabel.
E aconteceu que, exercendo ele o sacerdócio diante de D-us, na ordem da sua turma.
Então, um anjo do Senhor lhe apareceu, posto em pé, à direita do altar do incenso.
E Zacarias, vendo-o, turbou-se, e caiu temor sobre ele. Mas o anjo lhe disse: Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará à luz um filho, e lhes porás o nome de João.”  Lc 1:5,8,11-13
 d) Zacarias voltou para casa, após o término dos serviços e sua esposa concebeu:
 “Sucedeu que, terminados os dias de seu ministério, voltou para casa.
Passados esses dias, Isabel, sua mulher, concebeu e ocultou-se por cinco meses, dizendo:” Lc 1:23
 e) Nascimento de João Batista em fins de Nisã ou Abib
 Nascimento do Senhor Yeshua
Maria recebeu o aviso de sua gravidez pelo anjo Gabriel. Nesta ocasião, sua prima, Isabel, estava no sexto mês de gestação:
“No sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado, da parte de D-us, para uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com certo homem da casa de Davi, cujo nome era José; a virgem chamava-se Maria.
Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de D-us.
Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Yeshua. Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; D-us, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinando não terá fim.
Então, disse Maria ao anjo: Como será isto, pois não tenho relação com homem algum?
E Isabel, tua parenta, igualmente concebeu um filho na sua velhice, sendo este já o sexto mês, para aquela que diziam ser estéril.”  Lc 1:26,27,30-34,36
 Maria fica com Isabel os últimos três meses da gravidez de sua prima.
 “Naqueles dias, dispondo-se Maria, foi apressadamente à região montanhosa, a uma cidade de Judá, entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Ouvindo esta a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre: então, Isabel ficou possuída pelo Espírito Santo.
E exclamou em alta voz: Bendita é tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre!
E de onde me provém que me venha visitar a mãe do meu Senhor? Maria permaneceu cerca de três meses com Isabel e voltou para casa.
A Isabel cumpriu-se o tempo de dar à luz,e teve um filho.
Ouviram os seus vizinho e parentes que o Senhora usara de grande misericórdia para com ela e participaram do seu regozijo.
Sucedeu que, no oitavo dia, foram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome de seu pai Zacarias.” Lc 1:39-43, 56-59
Cumprem-se os dias para nascer o Senhor Yeshua
Seis meses depois do nascimento de João Batista, em Etanim, que é Outubro pelo calendário atual, nasceu Yeshua. Observe no mapa
(nota do corregedor: analisador; “...Depois da prisão e do sentenciamento forçados, ele foi levado; ‘NINGUÉM DE SUA GERAÇÃO PROTESTOU POR ELE TER SIDO ELIMINADO DA TERRA DOS VIVENTES.”  “...Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vinda?Porquanto foi cortado da terra dos viventes e pela transgressão do meu povo foi ele atingido.” Isaías 53:8(B.S.J.F.A.C./ BCJ).  
(O nascimento de Yeshua, (Jesus), o Messias (Cristo), foi assim: quando sua mãe, Miryam, estava comprometida com Yosef, antes que se casassem, ela se encontrou grávida pelo RUACH HAKODESH. Yosef, seu futuro marido, era um homem que agia de forma correta; portanto ele planejou desfazer o noivado discretamente, em vez de expô-la, à vergonha pública. Mas, enquanto pensava sobre isso, um anjo de ADONAI lhe apareceu em um sonho e disse: “Yosef, foi de David, não tenha medo de receber Miryam em sua casa como mulher, pois o que foi gerado nele procede do RUACH HAKODESH. Ela dará à luz um filho, e você lhe chamará Yeshua [que significa ‘ADONAI salva’], porque ele salvará seu povo dos pecados dele”.
Tudo isso aconteceu para cumprir o que ADONAI disse por meio do profeta:
“A virgem conceberá e dará à luz um filho, e eles o chamarão ‘IMMANU EL”.
(O nome significa: “Deus está conosco”.)
Quando Yosef despertou, fez o que o anjo de ADONAI lhe dissera, levou Miryam para sua casa como sua mulher, mas não teve revelações sexuais com ela até o nascimento do filho, e o chamou Yeshua.
2. Depois de Yeshua ter nascido em Beit-Lechem, na terra de Y’hudah, durante o reinado de Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Yerushalayim e perguntaram: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”.
Quando o rei Herodes ouviu isso, ficou perturbado, como os demais habitantes de Yerushalayim. Ele reuniu todos os principais KOHANIM e os mestres da TORAH e lhes perguntou: “Onde o Messias nascerá?”. “Em Beit-leichem de Y’hudah”, responderam, “porque o profeta escreveu:
“E você, Beit-Lechem, da terra de Y’hudah, de forma alguma é a menor entre as principais de Y’hudah; porque de você procederá o Líder que pastoreará Yisra’el, meu povo’”.
Herodes chamou os magos para se encontrarem com ele em particular e lhes perguntou com exatidão sobre o aparecimento da estrela. Então ele os enviou a Beit-Lechem com estas instruções:”Procurem cuidadosamente pelo menino. Quando o encontrarem, avisem-me, para que eu também vá adorá-lo”.
Depois de ouvirem o rei, eles foram embora; e a estrela que tinham visto no oriente adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Quando observaram a estrela, encheram-se de alegria. Ao entrar na casa, viram o menino com Miryam, sua mãe, prostraram-se e o adoraram. Então abriram sua bagagem e o presentearam com ouro, incenso e mirra. Mas foram advertidos em um sonho para não voltarem a Herodes; por isso, retornaram à sua terra por outro caminho.”
Lucas 1.26...No sexto mês, o anjo Gavri’el foi enviado por Deus a uma cidade de Galil chamada Natzeret, a uma virgem, noiva de um homem chamado Yosef, da casa de David. O nome da virgem era Miryam. Aproximando-se, o anjo disse: “Shalom, favorecida! ADONAI está com você!”. Ela ficou profundamente perturbada com as palavras dele e pensou sobre o significado dessa saudação. O anjo lhe disse: “Não tenha medo, Miryam; você foi favorecida por Deus! Veja: você engravidará e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Yeshua. Ele será grande, e será chamado Filho de HA ‘ELYON. ADONAI, Deus lhe dará o trono de seu antepassado David, e ele reinará para sempre sobre a casa de Ya ‘akov, seu Reino não terá fim”. “Como isso pode acontecer se sou virgem?”, Miryam perguntou ao anjo. O anjo respondeu:
“O RUACH HAKODESH virá sobre você, e o poder de HA ‘ELYON cobrirá.
Por isso, a criança santa nascida de você será chamada Filho de Deus.” Mattityahu 1:18-25./2:1-12./ Lucas 1:26-34. (Mateus 1:18-25./2:1-12./Lucas 1:26-34.(complementar Lucas
2:1-52.)   





 

CINA - Natal adoradores do sol

OS SÍMBOLOS NATALINOS, QUAL A SUA ORIGEM ?

segunda-feira, 25 de novembro de 2013





















Jerusalém
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.(OBS: todas as informações aqui é de responsabilidade da fonte. Wikipédia...na internet)*
Jerusalém
Jerusalém
יְרוּשָׁלַיִם
Oficialmente em Israel أورشليم القدس (Urshalim-Al-Quds)
Usualmente القـُدْس (Al-Quds)
Significado
Hebraico: "Cidade da Paz"
Árabe: "A Sagrada"
Governo
População
732 1001 (2007)
Jurisdição
125156 dunams (125,156 km²)
Prefeito
Website
Jerusalém (em hebraico: ירושלים, Yerushaláyim; em árabe: القدس, al-Quds; em grego: Ιεροσόλυμα,Ierossólyma), é a capital declarada (mas não reconhecida pela comunidade internacional) de Israel e sua maior cidade tanto em população quanto área, com 732 100 residentes em uma área de 125,1 km² ou 49 milhas quadradas (incluindo a área disputada de Jerusalém Oriental). Localizada nas Montanhas da Judeia, entre o mar mediterrâneo e o norte do Mar Morto, a Jerusalém moderna tem crescido aos arredores da cidade antiga.
A cidade tem uma história que data do IV milênio A.C., tornando-a uma das mais antigas do mundo. Jerusalém é a cidade santa dos judeuscristãos e muçulmanos, e o centro espiritual desde o século X A.C. contém um número de significativos lugares antigos cristãos, e é considerada a terceira cidade santa no Islão. Apesar de possuir uma área de apenas 0,9 quilômetros quadrados (0,35 milhas quadradas), a cidade antiga hospeda os principais pontos religiosos, entre eles a Esplanada das Mesquitas, o Muro das lamentações, o Santo Sepulcro, a Cúpula da Rocha e a Mesquita de Al-Aqsa. A cidade antigamente murada, um patrimônio mundial, tem sido tradicionalmente dividida em quatro quarteirões, ainda que os nomes usados hoje (os bairros armêniocristãojudeu e o muçulmano) foram introduzidos por volta do século XIX. a Cidade Velha foi indicada para inclusão na lista do patrimônio mundial em perigo pela Jordânia em 1982. No curso da história, Jerusalém foi destruída duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes, e capturada e recapturada 44 vezes.
 Hoje, o estatuto de Jerusalém continua um dos maiores problemas no Conflito israelo-palestino. Acapital declarada (mas não reconhecida pela comunidade internacional) do país e sede do governo é Jerusalém, que é também a residência do presidente da nação, repartições do governo, suprema corte e o Knesset (parlamento). A Lei Básica estabelece que "Jerusalém, completa e unida, é a capital de Israel" apesar de a Autoridade Palestina ver Jerusalém Oriental como futura capital da Palestina e as Nações Unidas e a maioria dos países não aceitarem a Lei Básica, argumentando que o estatuto final deve esperar futuras negociações entre Israel e a Autoridade Palestina. A maioria dos países mantém sua embaixada em Tel Aviv, principal centro financeiro do país. Após a Resolução 478 do Conselho de Segurança da ONU, oficializou-se a retirada das embaixadas estrangeiras de Jerusalém.
Etimologia
Ainda que a origem do nome Yerushalayim seja incerta, várias interpretações linguísticas têm sido propostas. Alguns acreditam que é uma combinação das palavras em hebraico "yerusha" (legado) e "Shalom" (paz), ou seja, legado da paz. Outros salientam que "Shalom"; é um cognato do nome hebraico "Shlomo", ou seja, o Rei Salomão, o construtor do Primeiro Templo. Alternativamente, a segunda parte da palavra seria Salem (Shalem literalmente "completo" ou "em harmonia"), um nome recente de Jerusalém isto aparece no livro de Gênesis. Outros citam as cartas de Amarna, onde o nome acadiano da cidade aparece como Urušalim, um cognato do Hebreu Ir Shalem. Alguns acreditam que há uma conexão a Shalim, a deidade beneficente conhecida dos mitos ugaríticos como a personificação do crepúsculo.
De acordo com um midrash (Bereshit Rabá), Abraão veio até a cidade, e a chamou de Shalem, depois de resgatar . Abraão perguntou ao rei e ao mais alto sacerdote Melquizedeque se podiam abençoá-lo. Este encontro foi comemorado por adicionar o prefixo Yeru (derivado de Yireh, o nome que Abraão deu ao Monte do Templo) produzindo Yeru-Shalem, significando a "cidade de Shalem," ou "fundada por Shalem." Shalem significa "completo" ou "sem defeito. Por isso, "Yerushalayim" significa a "cidade perfeita", ou "a cidade daquele que é perfeito". O final -im indica o plural na gramática hebraica e -ayim a dualidade, possivelmente se referindo ao fato que a cidade se situa em duas colinas. O pronunciamento da última sílaba como -ayim parece ser uma modificação posterior, a qual não havia aparecido no tempo da Septuaginta.
Alguns acreditam que a cidade chamada de Rušalimum ou Urušalimum que aparece nos achados do Antigo Egito é a primeira referência a Jerusalém. Os gregos adicionaram o prefixo hiero ("sagrada") e chamaram de Hierosolyma. Para os árabes, Jerusalém é al-Quds ("A Sagrada"). Foi chamada de Jebus (Yevus) pelos jebusitas. "Tzion" inicialmente se referiu a parte da cidade, mas depois passou a significar a cidade como um todo. Durante o reinado de David, ficou conhecida como Yir David (a cidade de David).
História
Cerâmicas indicam a ocupação de Ophel, dentro da atual Jerusalém, desde a Idade do Cobre, ao redor do Quarto milênio a.C. com evidências de assentamentos permanentes durante o começo da Idade do Bronze, 3000-2800 A.C. Os Textos de Execração (c. do século XIX A.C.), que se referem a uma cidade chamada Roshlamem ou Rosh-ramen e as Cartas de Amarna (c. século XIV A.C.) podem ser os primeiros a falar da cidade. Alguns arqueólogos, incluindo Kathleen Kenyon, acreditam que Jerusalém como cidade foi fundada pelos povos semitas ocidentais com assentamentos organizados em cerca de 2600 A.C.. Segundo a tradição judaica, a cidade foi fundada por Shem (Sem, em português, filho de Noé) e Éber (bisneto de Shem), antepassados de Abraão. Nos contos bíblicos, Jerusalém era uma cidade Jebusita até o século X A.C., quando David conquistou-a e fez dela a capital do Reino Unido de Israel e Judá (c. 1000s A.C.). recentes escavações de uma grande estrutura de pedra são interpretadas por alguns arqueólogos como crédito à narrativa bíblica.
Períodos Templários
Davi reinou até 970 A.C. Ele foi sucedido pelo seu filho Salomão, que construiu o Templo Sagrado no Monte Moriá. O Templo de Salomão (mais tarde conhecido como o Primeiro Templo), passou a desempenhar um papel central na história judaica como o lugar onde estava guardada a Arca da Aliança. Ao longo de mais de 600 anos, até à conquista babilônica, em 587 A.C., Jerusalém foi a capital política e religiosa dos judeus. Este período é conhecido na história como o Período do Primeiro Templo. Após a morte de Salomão (c. 930 A.C.), as dez tribos do norte se uniram para formar o Reino de Israel. Sob a liderança da Casa de David e Salomão, Jerusalém continuou a ser a capital do Reino de Judá.
Quando a Assíria conquistou o Reino de Israel, em 722 A.C., Jerusalém foi fortalecida por um grande afluxo de refugiados provenientes do norte do reino. O Primeiro Período Templário acabou cerca de 586 A.C., quando os babilônios conquistaram Judá e Jerusalém, e devastaram o Templo de Salomão. Em 538 A.C., após cinquenta anos do exílio na Babilônia, o  do Irã Ciro, o Grande convidou os judeus a regressarem a Judá e Jerusalém e reconstruírem o Templo. A construção do Segundo Templo de Salomão foi concluída em 516 A.C., durante o reinado de Dario, o Grande, setenta anos depois da destruição do Primeiro Templo. Jerusalém retomou o seu papel de capital de Judá e centro de culto judaico. Quando o comandante grego Alexandre o Grande conquistou o império persa, Jerusalém e Judeia caíram sob controle grego, e em seguida sob a dinastia ptolomaica sob Ptolomeu I. Em 198 A.C., Ptolomeu V perdeu Jerusalém e a Judeia para o Selêucidas sob Antíoco III. A tentativa Selêucida de retomar Jerusalém do dominio grego teve sucesso em 168 A.C. com a bem sucedida revolta macabeia de Matatias, o Sumo Sacerdote e os seus cinco filhos contra Antíoco Epifanes, e a criação do Reino Hasmoneus em 152 A.C., novamente com Jerusalém como capital.
Guerras Romano-Judaicas
Conforme o Império Romano se tornou mais forte, ele colocou Herodes como um rei cliente. Herodes o Grande, como ele era conhecido, dedicou-se a desenvolver e embelezar a cidade. Ele construiu muralhas, torres e palácios, e expandiu o Templo do Monte, reforçou o pátio com blocos de pedra pesando até cem toneladas. Sob Herodes, a área do Templo do Monte dobrou de tamanho. Em 6 D.C., a cidade, assim como grande parte da região ao redor, entrou sob controle direto dos romanos como na Judeia Herodes e seus descendentes até Agripa II permaneceram reis-clientes da Judeia até 96 D.C. O domínio romano sobre Jerusalém e região começou a ser contestada a partir da primeira guerra judaico-romana, a Grande revolta judaica, que resultou na destruição do Segundo Templo em 70 D.C. Em 130 D.C. Adriano romanizou a cidade, e ela foi renomeada para Élia Capitolina. Jerusalém, mais uma vez serviu como a capital da Judeia durante o período de três anos da revolta conhecida como a Revolta de Bar Kokhba. Os romanos conseguiram recapturar a cidade em 135 D.C. e como uma medida punitiva Adriano proibiu os judeus de entrarem nela. Adriano rebatizou toda a Judeia de Síria Palaestina numa tentativa de des-judaizar o país. A proibição sobre os judeus entraram em Élia Capitolina continuou até o século IV D.C.
Nos cinco séculos seguintes à revolta de Bar Kokhba, a cidade permaneceu sob domínio romano, até cair sob domínio bizantino. Durante o século IV, o Imperador romano Constantino I construiu partes católicas em Jerusalém, como a Igreja do Santo Sepulcro. Jerusalém atingiu o pico em tamanho e população no final do Segundo Período Templário: A cidade se estendia por dois quilômetros quadrados e tinha uma população de 200 mil pessoas
A partir de Constantino até o século VII, os judeus foram proibidos em Jerusalém.
Guerras romano-persas
No período de algumas décadas, Jerusalém trocou de mãos entre persas e romanos, até voltar à mão dos romanos mais uma vez. Depois, do avanço do comandante sassânida Cosroes II no início do século VII sobre os domínios bizantinos, avançando através da Síria, os generais sassânidas Sharbaraz eSain atacaram a cidade de Jerusalém (persa: Dej Houdkh), então controlada pelos bizantinos.
No Cerco de Jerusalém em 614, após passarem incansáveis 21 dias em estratégia de cerco, Jerusalém foi capturada dos persas e isso resultou na anexação territorial de Jerusalém. Depois que o exército Sassânida entrou em Jerusalém, a sagrada "Vera Cruz" foi roubada e enviada de volta para acapital sassânida como uma relíquia sagrada da guerra. A cidade conquistada e a Santa Cruz, permaneceriam nas mãos dos Sassânidas por mais quinze anos, até o Imperador bizantino Heráclio recuperá-la em 629.
Estado islâmico
Em 638, o Califado islâmico alargou a sua soberania conquistando a cidade de Jerusalém e a província romana da Palaestina Prima. Neste momento, Jerusalém foi declarada a terceira cidade mais sagrada do Islã após Meca e Medina, e referido como al Bait al-Muquddas. Mais tarde, ele era conhecido como al-Qods al-Sharif. Com a conquista árabe, os judeus foram autorizados a regressar à cidade. O califa RashidunOmar ibn al-Khattab assinou um tratado com o patriarca cristão monofisista Sofrônio, assegurando-lhe que os lugares sagrados cristãos de Jerusalém e a população cristã seriam protegidos ao abrigo do estado muçulmano. Omar foi conduzido à Pedra Fundamental no Monte do Templo, no qual ele claramente recusou, pois se preparava para construir uma mesquita. De acordo com o bispo gaulês Arculf, que viveu em Jerusalém a partir de 679 a 688, a Mesquita de Omar era uma estrutura retangular de madeira construído sobre ruínas que poderia acomodar 3000 seguidores. O califa Omíada Abd-el-Melek encomendou a construção da Cúpula da Rocha no final século VII. O historiador do século X, El Muqadasi, escreveu que Abd-el-Melek construiu o santuário, a fim de competir na grandeza das monumentais igrejas de Jerusalém. Durante as quatro próximas centenas de anos, a proeminência de Jerusalém foi diminuída pelos poderes árabes na região que brigavam pelo controle da cidade.
Cruzadas, Saladino e os Mamelucos http://bits.wikimedia.org/static-1.23wmf4/skins/common/images/magnify-clip.png
Em 1099, Jerusalém foi conquistada pelos Cruzados, que massacraram a maior parte dos habitantes muçulmanos e os resquícios dos habitantes judeus. A maioria dos muçulmanos foram expulsos e a maioria dos habitantes judeus já tinha fugido, no início de junho de 1099, a população de Jerusalém tinha diminuído de 70.000 para menos de 30.000. Os sobreviventes judeus foram vendidos na Europa como escravos ou exilados na comunidade judaica do Egito. Tribos árabes cristãs estabeleceram-se na destruída Cidade Velha de Jerusalém. Em 1187, a cidade foi arrancada da mão dos Cruzados por Saladino permitindo que os judeus e os muçulmanos pudessem voltar e morar na cidade. Em 1244, Jerusalém foi saqueada pelosTártaros Kharezmian, que dizimaram a população cristã da cidade e afastou os judeus, alguns dos quais foram reinstalados em Nablus. Entre 1250 e 1517, Jerusalém foi governado pelos mamelucos, que impuseram um pesado imposto anual sobre os judeus e destruíram os lugares sagrados dos cristãos no Monte Sião.
Domínio Otomano
 Em 1517, Jerusalém e região caiu sob domínio Turco Otomano, que permaneceu no controle até 1917. Como em grande parte do domínio Otomano, Jerusalém permaneceu um provincial e importante centro religioso, e não participava da principal rota comercial entre Damasco e Cairo. No entanto, os turcos muçulmanos trouxeram muitas inovações: sistemas modernos de correio usado por vários consulados, o uso da roda para modos de transporte; diligências e carruagens, o carrinho de mão e a carroça, e a lanterna a óleo, entre os primeiros sinais de modernização da cidade. Em meados do século XIX, os otomanos construíram a primeira estrada pavimentada de Jaffa a Jerusalém, e em 1892 a ferrovia havia atingido a cidade.
Com a ocupação de Jerusalém por Muhammad Ali do Egito em 1831, missões e consulados estrangeiros começaram a se estabelecer na cidade. Em 1836, Ibrahim Paşa permitiu aos judeus reconstruírem as quatro grandes sinagogas, entre eles a Hurva.
O controle turco foi reinstalado em 1840, mas muitos egípcios muçulmanos permaneceram em Jerusalém. Judeus de Argel e da África do Norte começaram a instalar-se na cidade, em um número cada vez maior. Ao mesmo tempo, os otomanos construíram curtumes e matadouros perto dos lugares sagrados judeus e cristãos "para que um mau cheiro, sempre pesteie os infiéis". Nas décadas de 1840 e 1850, os poderes internacionais iniciaram um "cabo-de-guerra" na Palestina, uma vez que tentaram ampliar sua proteção ao longo do país para as minorias religiosas, uma luta realizada principalmente através de representantes consulares em Jerusalém. De acordo com o cônsul prussiano, a população em 1845 era de 16.410 habitantes, desses, 7120 judeus, 5.000 muçulmanos, 3390 cristãos, 800 soldados turcos e 100 europeus. O volume de peregrinos cristãos aumentou sob o domínio dos otomanos, dobrando a população da cidade em torno da época da Páscoa.
Na década de 1860, novos bairros começaram a surgir fora dos muros da Cidade Velha para aliviar a intensa superlotação e o pobre saneamento na cidade intramuros. O Composto Russo e Mishkenot Sha'ananim foram fundados em 1860.
Mandato Britânico e a Guerra de 1948
Em 1917 após a Batalha de Jerusalém, o exército britânico, liderado por General Edmund Allenby, capturou a cidade. E, em 1922, a Liga das Nações sob a Conferência de Lausanne confiou ao Reino Unido a administração da Palestina.
De 1922 a 1948 a população total da cidade passou de 52.000 para 165.000, sendo dois terços de judeus e um terço de árabes (muçulmanos e cristãos). A situação entre árabes e judeus na Palestina não foi calma. Em Jerusalém, em especial nos motins ocorridos em 1920 e em 1929. Sob o domínio britânico, novos subúrbios foram construídos no oeste e na parte norte da cidade e instituições de ensino superior, como a Universidade Hebraica, foram fundadas.
A medida que o Mandato Britânico da Palestina foi terminando, o Plano de Partilha das Nações Unidas de 1947recomendou "a criação de um regime internacional, em especial na cidade de Jerusalém, constituindo-a como umacorpus separatum no âmbito da administração das Nações Unidas".O regime internacional deveria continuar em vigor por um período de dez anos, e seria realizado um referendo na qual os moradores de Jerusalém iriam votar para decidir o futuro regime da cidade. No entanto, este plano não foi implementado, porque a guerra de 1948 eclodiuenquanto os britânicos retiravam-se da Palestina e Israel declarou sua independência.
A guerra levou ao deslocamento das populações árabe e judaica na cidade. Os 1.500 residentes do Bairro Judeu da Cidade Velha foram expulsos e algumas centenas tomados como prisioneiros quando a Legião Árabe capturou o bairro em 28 de maio. Moradores de vários bairros e aldeias árabes do oeste da Cidade Velha saíram com a chegada da guerra, mas alguns permaneceram e foram expulsos ou mortos, como em Lifta ou Deir Yassin.
Divisão e a controversa reunificação
A guerra terminou com Jerusalém dividida entre Israel e Jordânia (então Cisjordânia). Segundo o Plano de Partição da Palestina, as áreas de Jerusalém e Belém ficariam sob controle internacional. O Armistício de 1949 criou uma linha de cessar-fogo que atravessava o centro da cidade e à esquerda do Monte Scopuscomo um exclave israelense. Arame farpado e barreiras de concreto separaram Jerusalém Oriental e Jerusalém Ocidental, e caçadores militares frequentemente ameaçaram o cessar-fogo. Após a criação do Estado de Israel, Jerusalém foi declarada a sua capital. A Jordânia anexou formalmente Jerusalém Oriental, em 1950, sujeitando-a à lei jordaniana, em uma atitude que só foi reconhecido pelo Paquistão.
A Jordânia assumiu o controle dos lugares sagrados na Cidade Velha. Contrariamente aos termos do acordo, foi negado o acesso dos israelitas aos locais sagrados judaicos, muitos dos quais foram profanados, e apenas foi permitido o acesso muito limitado aos locais sagrados cristãos. Durante este período, a cúpula da Rocha e a Mesquita de al-Aqsa sofreram grandes renovações.
Durante a Guerra dos Seis Dias em 1967, Israel ocupou Jerusalém Oriental e afirmou soberania sobre toda a cidade, embora a ocupação e a posterior anexação do setor oriental da cidade tenham sido condenadas pelas resoluções 252, 446, 452 e 46586 das Nações Unidas, além de contrariar a Quarta Convenção de Genebra. O acesso aos lugares sagrados judeus foi restabelecido, enquanto o Monte do Templo permaneceu sob a jurisdição de um waqf islâmico. O bairro marroquino, que era localizada adjacente ao Muro das Lamentações, foi desocupado e destruído para abrir caminho a uma praça para aqueles que visitam o muro. Desde a guerra, Israel tem expandido as fronteiras da cidade e estabeleceu um "anel" de bairros judeus em terrenos vagos no leste da Linha Verde.
No entanto, a aquisição de Jerusalém Oriental recebeu duras com críticas internacionais. Na sequência da aprovação da Lei de Jerusalém, que declarou Jerusalém "completa e unida", a capital de Israel, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução que declarava a lei "uma violação do direito internacional" e solicitou que todas as os Estados-membros retirarassem suas embaixadas da cidade.
O status da cidade, e especialmente os seus lugares sagrados, continuam a ser uma questão central no conflito palestino-israelense. Colonos judaicos ocuparam lugares históricos e construíram suas casas em terras confiscadas de palestinos, a fim de expandir a presença judaica na parte oriental de Jerusalém, enquanto líderes árabes têm insistido que os judeus não têm qualquer laço histórico com Jerusalém. Os palestinos encaram Jerusalém Oriental como a capital do futuro Estado palestino, embora permaneça sob ocupação israelense.
Geografia

Jerusalém está situada no sul de um planalto no Judeia, que inclui o Monte das Oliveiras (Leste) e o Monte Scopus (Nordeste). A elevação da Cidade Velha é de aproximadamente 760 metros. A grande Jerusalém é cercada por vales e leitos de rio secos (wadis). Os vales do CédronHinom, e Tyropoeon se unem em uma área ao sul da cidade antiga de Jerusalém. O Vale do Cédron segue para o leste da Cidade Velha e divide o Monte das Oliveiras a partir da cidade propriamente dita. Ao longo do lado sul da antiga Jerusalém está oVale de Hinom, uma ravina íngreme associada com a escatologia cristã bíblica com o conceito de inferno ou Geena. O Vale de Tyropoeon começa na região noroeste próximo ao Portão de Damasco, dirige-se ao sudoeste através do centro da Cidade Velha para baixo do Reservatório de Siloé, e a parte inferior é dividida em duas colinas, o Monte do Templo no leste, e o resto da cidade no oeste (as partes alta e baixa da cidade descrita por Josefo). Hoje, este vale está escondido por destroços que se acumularam ao longo dos séculos.
Nos tempos bíblicos, Jerusalém foi cercada por florestas de amêndoa, azeitona e pinheiros. Ao longo de séculos de guerras e de negligência, estas florestas foram destruídas. Os agricultores da região de Jerusalém, então, construíram terraços de pedra ao longo das encostas para reter o solo, um recurso ainda muito em evidência na paisagem de Jerusalém.
O abastecimento de água sempre foi um grande problema em Jerusalém, atestada pela intrincada rede de antigos aquedutos, túneis, reservatórios e cisternas encontrados na cidade.
Jerusalém encontra-se na região central do país, a 60 quilômteros ao leste de Tel Aviv e do Mar Mediterrâneo. No lado oposto da cidade, cerca de 35 km100 de distância, está o Mar Morto, o corpo de água mais baixo da Terra. Cidades e vilas vizinhas incluem Belém e Beit Jala para o sul, Abu Dis eMa'ale Adummim para o leste, Mevasseret Zion para o oeste, e Ramallah e Givat Zeev para o norte.
Clima
A cidade é caracterizada por um clima mediterrânico, com verões quentes e secos, e invernos amenos e chuvosos. Neve cai normalmente uma ou duas vezes ao inverno, embora a cidade experimente forte neve a cada 3 ou 4 anos em média.
Janeiro é o mês mais frio do ano, com uma temperatura média de 8 °C, julho e agosto são os meses mais quentes, com temperaturas médias de 23 °C. As temperaturas variam muito do dia para a noite, e as noites de Jerusalém são tipicamente amenas mesmo no verão. A precipitação média anual é de aproximadamente 590 milímetros com o período das chuvas ocorrendo principalmente entre outubro e maio.
A maior parte da poluição do ar em Jerusalém vem do tráfego de veículos. Muitas das principais ruas de Jerusalém não foram construídas para acolher um volume tão grande de veículos, levando a congestionamentos frequentes e grande quantidade de monóxido de carbono liberado na atmosfera. A poluição industrial dentro da cidade é baixa, mas as emissões provenientes de fábricas na costa mediterrânica podem se deslocar devido aos ventos e pairar sobre a cidade.
Dados climatológicos para Jerusalém
Mês
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Temperatura máxima média (°C)
12
13
16
21
25
28
29
29
28
25
19
14
Temperatura mínima média (°C)
4
Fonte: The Weather Channel105
6
9
12
15
17
17
16
14
9
6
142,2
114,3
99,1
30,5
2,5
0,0
0,0
0,0
0,0
22,9
68,8
109,2
Demografria
Pop. de Jerusalém
Ano
Total
1525
4 700
1538
7 900
1553
12 384
1562
12 650
1800
8 750
1844
15 510
1876
25 030
1896
45 420
1922
62 578
1931
90 053
1944
157 000
1948
165 000
1967
263 307
1980
407 100
1985
457 700
1990
524 400
1995
617 000
2000
657 500
2005
706 400
Em maio de 2007, Jerusalém tinha uma população de 732 100 - 64% eram judeus, 32% muçulmanos, e 2% cristãos.1 No final de 2005, a densidade populacional era de 5.750,4 habitantes por quilômetro quadrado.3 108 De acordo com um estudo publicado em 2000, a porcentagem de judeus na cidade tem decrescido; isso foi atribuído a uma maior taxa de natalidade dos palestinos, e a moradores judeus que deixaram a cidade. O estudo também constatou que cerca de nove por cento dos 32 488 habitantes da Cidade Velha eram judeus.
Em 2005, 2850 imigrantes se estabeleceam em Jerusalém, grande parte vindos do Estados UnidosFrança, e da ex-União Soviética. Em termos da população local, o número de residentes que deixa a cidade é maior do que o número dos que chegam. Em 2005, 16 000 foram embora de Jerusalém e apenas 10 000 se mudaram para a cidade. No entanto, a população de Jerusalém continua a aumentar devido à elevada taxa de natalidade, especialmente na população árabe e nas comunidades judaicas Haredi. Consequentemente, a taxa total de fecundidade em Jerusalém (4.02) é superior da de Tel Aviv (1,98) e bem acima da média nacional de 2,90. O tamanho médio das 180 000 famílias de Jerusalém é de 3,8 pessoas.
Em 2005, a população total aumentou cerca de 13 000 (1,8%) - semelhante à média nacional israelense, mas a composição étnica e religiosa está mudando. Enquanto 31% da população judaica é constituída por crianças abaixo dos quinze anos, o índice para a população árabe é de 42%.3 Isto parece reforçar as observações de que a porcentagem de judeus em Jerusalém tem diminuído ao longo das últimas quatro décadas. Em 1967, os judeus representavam 74 por cento da população, enquanto que o índice em 2006 era nove por cento menor. Os possíveis fatores são o elevado custo da habitação, menos oportunidades de emprego e o crescente caráter religioso da cidade. Muitas pessoas estão indo para os subúrbios e cidades costeiras, em busca de habitação mais barata e um estilo de vida secular.
A demografia e a divisão da população árabe e judaica desempenham um papel importante na disputa em Jerusalém. Em 1998, o Departamento de Desenvolvimento de Jerusalém propôs expandir os limites da cidade para o oeste a fim de incluir mais áreas povoadas por judeus.
Crítica ao planejamento urbano
 Os críticos dos esforços para promover uma maioria judaica em Israel dizem que as políticas de planejamento do governo são motivados por estudos demográficos que procuram limitar as construções da população árabe, promovendo, simultaneamente, as construções destinadas a judeus.
De acordo com um relatório do Banco Mundial, o número de violações em construções registradas entre 1996 e 2000 foi quatro vezes e meia superior nos bairros judaicos, mas foram emitidas quatro vezes menos ordens de demolição em Jerusalém Ocidental do que em Jerusalém Oriental. Os árabes de Jerusalém tinham mais dificuldade para receber a permissão de construir do que os judeus, e "as autoridades provavelmente agem mais contra os palestinos que constroem sem licença" do que contra os judeus que violam os processos de licenciamento.
Nos últimos anos, fundações judaicas privadas têm recebido permissão do governo para desenvolver projetos em terras disputadas, como no parque arqueológico Cidade de David, no bairro palestino de Silwan (ao lado da Cidade Velha), e o Museu da Tolerância no cemitério de Mamila (ao lado da Praça Tzion). O governo de Israel também está desapropriando terras palestinas para a construção do Muro da Cisjordânia, sob a alegação de evitar ataques terroristas. Porém, os opositores acreditam que o planejamento urbano vem sendo usado como estratégia para a judaização de Jerusalém.
Política
Atualmente Jerusalém é um município em Israel e também a sua capital e a sede do governo, embora não seja reconhecida como tal pela ONU e pela UE.
A cidade é governada por um conselho municipal composto por 31 membros eleitos cada quatro anos. Desde 1975, o presidente da câmara (prefeito) é eleito por sufrágio direto cumprindo um mandato de 5 anos e apontando 6 deputados. O prefeito atual de Jerusalém, Uri Lupolianski, foi eleito em 2003. O Ministério para os Assuntos Religiosos israelita tem responsabilidade pelos locais sagrados da cidade, embora cada comunidade religiosa deva zelar pela preservação dos seus edifícios.
Órgão à parte de prefeito e deputados, os membros do conselho da cidade não recebem salários, trabalhando de forma voluntária. O prefeito que mais tempo serviu Jerusalém foi Teddy Kollek, que passou 28 anos, seis mandatos consecutivos, no posto. A maioria dos encontros do Conselho de Jerusalém são privados, mas a cada mês, mantém uma sessão aberta ao público. Dentro do Conselho da cidade, grupos políticos religiosos formam uma facção especialmente poderosa, possuindo a maioria dos assentos. A base do Município de Jerusalém e do gabinete do prefeito fica na Praça Safra (Kikar Safra), na Rua Jafa. O novo complexo municipal, compreendendo dois prédios modernos e dez prédios históricos recuperados entorno de uma grande praça, foi aberto em 1993. A cidade termina no Distrito de Jerusalém, com Jerusalém como a capital do distrito.
Situação política
 Em 5 de dezembro de 1949, o primeiro-ministro do Estado de Israel, David Ben-Gurion, proclamou Jerusalém como a capital de Israel e desde então todos os órgãos do governo de Israel — legislativo,judicial, e executivo — tem residido lá. Na época da proclamação, Jerusalém foi dividida entre Israel e oJordão e assim, somente o oeste de Jerusalém foi considerado capital de Israel. Imediatamente depois de uma guerra de seis dias em 1967, entretanto, Israel anexou o Leste de Jerusalém, a tornando de facto parte da capital Israelense. Israel conservou o status da "completa e unificada" Jerusalém — oeste e leste — como sua capital, em 1980 Lei básica: Jerusalém, Capital de Israel. O status de uma "Jerusalem unificada" como "eterna capital" de Israel tem sido um problema de imensa controvérsia dentro da comunidade internacional. Entretanto, alguns países mantém consulados em Jerusalem, e duas embaixadas nos subúrbios de Jerusalém, todas as embaixadas estão localizadas fora da propriedade da cidade, a maioria em Tel Aviv.
Resolução 478 do Conselho de Segurança das Nações Unidas não-vinculativa, tramitada em 20 de agosto de 1980, declarou a Lei Fundamental "nula e de nenhum efeito e deve ser resolvida imediatamente". "Os Estados-Membros foram aconselhados a retirar suas representações diplomáticas da cidade como uma medida punitiva. A maioria dos países cumpriu a resolução, deslocando suas representações para Tel Aviv. Mas muitas embaixadas já estavam instaladas antes mesmo da Resolução 478. Atualmente não existem embaixadas dentro dos limites da cidade de Jerusalém, embora haja algumas em Mevasseret Zion, na periferia de Jerusalém, e quatro consulados na cidade propriamente dita.
Em 1995, o Congresso dos Estados Unidos aprovou a mudança da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém, através da Lei da embaixada de Jerusalém. Entretanto, o presidente George W. Bush alegou que, segundo a Constituição as relações exteriores são da alçada do poder executivo. Assim, a embaixada dos Estados Unidos ainda continua em Tel Aviv.
As instituições mais proeminentes em Israel, incluindo o Knesset, a Suprema Corte, e as residências oficiais do Presidente e primeiro-ministro, estão localizadas em Jerusalém.
Anteriormente à criação do Estado de Israel, Jerusalém serviu como capital administrativa do Mandato Britânico, o qual incluía os atuais estados de Israel e da Jordânia. De 1949 até 1967, Jerusalém Ocidental serviu como capital de Israel, mas não foi reconhecida internacionalmente como tal, já que a Resolução 194 da Assembleia Geral da ONU previa que Jerusalém se tornasse uma cidade internacional.
Em consequência da Guerra dos Seis Dias (1967), Jerusalém foi inteiramente ocupada por Israel. Em 27 de junho de 1967, o governo de Levi Eshkolestendeu a jurisdição da lei israelense a Jerusalém Oriental, mas concordou que o conjunto da administração do Monte do Templo seria mantida pelowaqf jordaniano, no âmbito do Ministério Jordaniano de Dotação Religiosa.
Em 1988, Israel, alegando razões de segurança, ordenou o fechamento da Casa do Oriente, sede da Sociedade de Estudos Árabes e da Organização para a Libertação da Palestina. O prédio foi reaberto em 1992 como uma pousada palestina. Os Acordos de paz de Oslo previam que o status final de Jerusalém seria determinado pelas negociações com a Autoridade Nacional Palestiniana, que considera Jerusalém Oriental como a capital de um futuro estado palestino.
 Cidades-irmãs
Economia
Historicamente, a economia de Jerusalém foi sustentada quase que exclusivamente por pelegrinos religiosos, e era localizada longe dos maiores portões de Jaffa e Gaza. Os marcos religiosos de Jerusalem hoje permanecem a principal razão de visitantes estrangeiros, com a maioria dos turistas visitando o Muro das Lamentações e a Cidade Antiga, mas em meados do século tornou-se muito claro que Jerusalém não pode ser somente sustentada por sua significância religiosa.
 Ainda que muitas estatísticas indiquem crescimento econômico na cidade, desde 1967, Jerusalém Orientaltem ficado muito atrás em relação ao desenvolvimento da Jerusalém Ocidental. Todavia, a porcentagem de famílias com pessoas empregadas é maior para famílias árabes (76.1%) que para famílias judaicas (66.8%). A taxa de desemprego em Jerusalém (8.3%) é um pouco melhor que a média nacional (9.0%), ainda que a força de trabalho civil seja estimada para menos da metade de todas as pessoas de 15 anos em diante — fica abaixo em comparação à de Tel Aviv (58.0%) e Haifa (52.4%). A pobreza da cidade tem crescido bastante nos últimos anos; entre 2001 e 2007, o número de pessoas abaixo da linha de pobreza cresceu 40%. Em 2006, a renda per capita mensal de um trabalhador em Jerusalém foi de 5 940 Novos Sheqel (NIS) (US$1 410), NIS 1 350 menor que a recebida por um trabalhador em Tel Aviv.
Durante o mandato britânico, uma lei foi estabelecida requerendo que todos os prédios fossem construídos de Meleke para preservar a característica estética e histórica única da cidade. Complementando esta arquitetura, que ainda continua em vigor, é o descorajamento de indústria pesada em Jerusalém; somente entorno de 2.2% da terra de Jerusalém é zoneada por "indústrias e infraestrutura." Por comparação, a porcentagem de terra em Tel Aviv zoneada por indústrias e infraestrutura é duas vezes mais alta, e em Haifa, sete vezes mais alta. Somente 8.5% da força de trabalho do Distrito de Jerusalém é empregada no setor de manufatura, que é metade da média nacional (15.8%). Mais alto que a porcentagem média são os empregados em educação (17.9% vs. 12.7%); saúde e bem estar (12.6% vs. 10.7%); comunidade e serviço social (6.4% vs. 4.7%); hotéis e restaurantes (6.1% vs. 4.7%); e a administração pública (8.2% vs. 4.7%). Apesar de Tel Aviv permanecer o centro financeiro de Israel, um número crescente de companhias de alta tecnologia estão se movendo para Jerusalém, provendo 12.000 empregos em 2006. O parque industrial do norte de Jerusalem Har Hotzvim é a sede de algumas das maiores corporações de Israel, entre elas aIntelTeva Pharmaceutical Industries, e ECI Telecom. Planos de expansão para o parque industrial prevê uma centena de novos negócios, um posto de bombeiros, e uma escola, cobrindo uma área de 530.000 m² (130 acres).
Desde o estabelecimento do Estado de Israel, o governo nacional tem permanecido o maior investidor na economia de Jerusalém. O governo, centrado em Jerusalém, gera um largo número de empregos, e oferece subsídios e incentivos para novas iniciativas em negócios e empresas iniciantes.
Infraestrutura
Transporteshttp://bits.wikimedia.org/static-1.23wmf4/skins/common/images/magnify-clip.png
O aeroporto mais próximo de Jerusalém é Atarot, situado entre Jerusalém e Ramallah, que foi usado para voos domésticos até ao seu fechamento em 2001, durante a Segunda Intifada. Desde então, está sob o controlo das Forças Armadas Israelenses, e todo o tráfego aéreo foi desviado para o Aeroporto Internacional Ben Gurion, o maior e mais movimentado aeroporto israelense, que serve cerca de nove milhões de passageiros anualmente.
Egged, a segunda maior empresa de autocarros (ônibus) do mundo, lida com a maioria do serviço de autocarro local e intercidades que sai da Estação Central de Autocarros na Estrada de Jaffa perto da entrada ocidental de Jerusalém a partir da autoestrada número 1. Em 2008, autocarros da Egged, táxis e carros privados são as únicas opções de transporte em Jerusalém. Contudo, isto irá mudar com a construção do Light rail de Jerusalém, um sistema ferroviário que está em construção. O sistema ferroviário será capaz de transportar cerca de 200 000 pessoas diariamente. Terá 24 paragens, e a sua conclusão está planejada para janeiro de 2009.
Outra obra em andamento é uma nova linha para comboio de alta velocidade de Tel Aviv para Jerusalém, que está planeada para 2011. O seu terminal será uma estação subterrânea (80m de profundidade) que servirá o Centro Nacional de Congressos e a Estação Central de Autocarros e está planejado que seja eventualmente expandida até à estação de Malha. A Israel Railways opera serviços de comboio paraestação de comboios de Malha a partir de Tel Aviv via Beit Shemesh.
Via Rápida Begin é uma das maiores vias transversais norte-sul de Jerusalém; vai desde o lado ocidente da cidade, fundindo no norte com a Via 443, que continua em direção de Tel Aviv. A Via 60 atravessa o centro da cidade perto da Linha Verde entre Jerusalém Este e Oeste. A construção está a progredir em partes de um rodoanel de 35 quilômetros à volta da cidade, providenciando ligações mais rápidas entre os subúrbios. A metade oriental do projecto foi conceptualizado há décadas, mas reação à autoestrada proposta é ainda mista.
Educaçãohttp://bits.wikimedia.org/static-1.23wmf4/skins/common/images/magnify-clip.png
Jerusalém abriga diversas universidades prestigiadas, com cursos oferecidos em hebraicoárabe, e inglês. Fundada em 1925, a Universidade Hebraica de Jerusalém é uma das mais respeitadas instituições de ensino superior em Israel. Em um levantamento recente, de 2009, a universidade hebraica foi classificada na posição 64ª no mundo (e 4ª na região da Ásia e do Oceano Pacífico), incluindo-se entre as 100 melhores universidades do mundo. A Comissão de Diretores já incluiu figuras judaicas proeminentes no campo intelectual, tais como Albert Einstein e Sigmund Freud. A universidade também produziu vários laureados do Prêmio Nobel; dentre recentes ganhadores do prêmio associados com Universidade Hebraica incluem Avram HershkoDavid Gross e Daniel Kahneman. Um dos maiores bens da universidade é a Biblioteca Nacional de Israel, que abriga mais de cinco milhões de livros. A biblioteca foi inaugurada em 1892, mais de três décadas antes da fundação da universidade, e é um dos maiores repositórios do mundo sobre temas judeus. Atualmente, a biblioteca é ao mesmo tempo a biblioteca central da universidade e biblioteca nacional. A Universidade Hebraica é constituída de três campi em Jerusalém, no Monte Scopus, em Givat Ram e um campus médico no Hospital Hadassah Ein Karem.
Universidade Al-Quds foi fundada em 1984164 para servir como principal universidade para os povos árabes e palestinos. Segundo a própria universidade, é descrita como a "única universidade árabe em Jerusalém". A Universidade Al-Quds se localiza ao sudeste da cidade, num campus de 190 mil metros quadrados (47 acres). Outra instituição de ensino superior em Jerusalém é a Academia de Música e Dança de Jerusalém e a Academia de Arte e Design Bezalel, que tem seus edifícios localizados nos campi da Universidade Hebraica.
Instituto de Tecnologia de Jerusalém, fundada em 1969, combina treinamentos em engenharia e outros campos de alta tecnologia com um programa de estudos judeus. É uma das muitas escolas de Jerusalém, tanto do ensino fundamental quanto superior que combinam estudos seculares e religiosos. Existem, na cidade, diversas instituições religiosas e yeshivás, sendo que a Yeshivat Mir alega ser a maior. No período de 2003-2004, havia aproximadamente 8 mil alunos colegiais em escolas de hebraico. Contudo, devido à grande quantidade de alunos no sistema Haredi, somente cinquenta porcento se matriculavam nos exames (Bagrut), e somente 37% estavam aptos a se formar. Ao contrário das escolas públicas, muitas escolas Haredi não preparam seus alunos para realizar os testes padrões, uma vez que os estudos seculares não atraem a atenção destes. Visando atrair maior quantidade de alunos universitários para Jerusalém, a cidade inicou uma série de incentivos financeiros para subsidiar moradia para os estudantes que alugam apartamentos no centro de Jerusalém.
Colégios para árabes em Jerusalém e em outras partes de Israel são criticadas por oferecer uma educação de qualidade inferior à provida aos israelenses judeus. Enquanto muitas escolas da Jerusalém Oriental, predominantemente árabe, se encontram à margem de sua capacidade, sendo criticadas pela superlotação, o poder local de Jerusalém está construindo mais de uma dúzia de novas escolas nos bairros árabes da cidade. Três escolas, nos bairros de Ras el-Amud e Umm Lison, seriam abertas em 2008.
Culturahttp://bits.wikimedia.org/static-1.23wmf4/skins/common/images/magnify-clip.png
Apesar de Jerusalém ser conhecida primeiramente pela sua significância religiosa, a cidade também é sede de muitos eventos artísticos e culturais. O Museu de Israel atrai perto de um milhão de visitantes por ano, aproximadamente um terço deles são turistas. Os 20 acres do complexo de museus compreende vários prédios possuindo exibições especiais e coleções extensivas achados judaicos, arqueológicos e arte israelita e europeia. Os pergaminhos do Mar Morto, descoberto no meio do século XX nas cavernas deQumran perto do Mar Morto, estão hospedadas no Santuário do Livro. A Ala Nova, cuja construção mudou as exibições e funciona um extensivo programa de educação em arte, é visitado por 100.000 crianças por ano. O museu tem uma larga escultura no jardim de fora, e um modelo no tamanho escala do segundo templo foi recentemente movido do hotel Holyland para uma nova localização no território do museu. O Museu Rockefeller, localizado no leste de Jerusalém, foi o primeiro museu arqueológico no meio oeste. Foi construído em 1938 durante o mandato britânico. O Museu Islâmico no Monte do Templo, estabelecido em 1923, guarda muitos artefatos islâmicos, do menor kohl cantil e manuscritos raros a colunas gigantes de mármore.
Yad Vashem, o memorial nacional de Israel para as vítimas do Holocausto, guarda a maior biblioteca do mundo de informações relacionadas ao holocausto, com estimados 100.000 livros e artigos. O complexo contém um museu de arte que explora o genocídio dos judeus através de exibições que focam em estórias pessoais de indivíduos e famílias mortas no holocausto e uma galeria de arte apresentando o trabalho de artistas que pereceram. Yad Vashem também relembra as 1.5 milhões de crianças judias assassinadas pelos nazistas, e honra os justos entre as nações. O museu na junção, que explora erros de coexistênciaatravés da arte é situado na estrada divisória oriental e ocidental de Jerusalém.
Orquestra Sinfônica de Jerusalém, estabelecida nos anos 1940, se apresentou pelo mundo. Outros estabelecimentos de arte incluem o Centro Internacional de Convenções (Binyanei HaUmá, Prédios da Nação, em hebraico) perto da entrada da cidade, onde a Orquestra Filarmônica de Israel se apresenta, a Cinemateca de Jerusalém, o Centro Gerard Behar (formalmente Beit Ha'am) na parte baixa de Jerusalém, o Centro de Música de Jerusalémno Yemin Moshe, e o Centro Musical de Targ no Ein Kerem. O Festival de Israel, com performances externas ou internas por cantores locais e internacionais, concertos, peças e teatro de rua, tem sido mantido anualmente desde 1961; durante os últimos 25 anos, Jerusalem tem sido o maior organizador deste evento. O Teatro de Jerusalém na vizinhança de Talbiya é sede de 150 concertos ao ano, como também de companhias de teatro e dança e artistas performáticos de além mares. O Khan, localizado em um caravançarai oposto à estação de trêns da antiga Jerusalém, é o único teatro de repertório. A própria estação se tornou um local para eventos culturais no anos recentes, como também o lugar de Shav'ua Hasefer, um local de exposição literária anual e de performances musicais externas. O Festival de Cinema de Jerusalem é mantido anualmente, apresentando filmes israelitas e internacionais.
Teatro Nacional Palestino, por muitos anos o único centro cultural árabe no leste de Jerusalém, procura novas ideias e abordagens inovadoras para a auto-expressão palestina. A Casa Ticho, no centro de Jerusalém, possui pinturas de Anna Ticho e coleções judaicas de seu marido, um oftalmologista que abriu a primeira clínica de olhos da cidade neste prédio em 1912. Al-Hoash, estabelecida em 2004, é uma galeria de preservação da arte palestina.
Significado religioso
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Jerusalém tem um papel importante no judaísmocristianismo e islamismo. O Livro anual de estatística de Jerusalém listou 1.204 sinagogas, 158 igrejas, e 73 mesquitas dentro da cidade. Apesar dos esforços em manter coexistência pacífica religiosa, alguns locais, como o Monte do Templo, tem sido continuamente fonte de atritos e controvérsias.
Jerusalém é sagrada para os judeus desde que o Rei David a proclamou como sua capital no 10º século a.C. Jerusalém foi o local do Templo de Salomão e do Segundo Templo. Ela é mencionada na Bíblia 632 vezes. Hoje, o Muro das Lamentações, um remanescente do muro que contornava o Segundo Templo, é o segundo local sagrado para os judeus perdendo apenas para o Santo dos santos no próprio Monte do Templo. Sinagogas ao redor do mundo são tradicionalmente construídas com o seu Aron Hakodeshvoltado para Jerusalém, e as dentro de Jerusalém voltado para o Santo dos santos. Como prescrito noMishná e codificado no Shulchan Aruch, orações diárias são recitadas em direção a Jerusalém e ao Monte do Templo. Muitos judeus tem placas de "Mizrach" (oriente) penduradas em uma parede de suas casas para indicar a direção da oração.
O cristianismo reverencia Jerusalém não apenas pela história do Antigo Testamento mas também por sua significância na vida de Jesus. De acordo com o Novo Testamento, Jesus foi levado para Jerusalém logo após seu nascimento e depois em sua vida quando limpou o Segundo Templo. O Cenáculo que se acreditava ser o local da última ceia de Jesus, é localizado no Monte Sião no mesmo prédio que sedia a tumba de David. Outro lugar proeminente cristão em Jerusalém e o Gólgota, o local da crucificação. O Evangelho de João o descreve como sendo localizado fora de Jerusalem, mas evidências arqueológicas recentes sugestionam que Golgotha fica a uma curta distância do muro da Cidade Antiga, dentro do confinamento dos dias presentes da cidade. A terra correntemente ocupada pelo Santo Sepulcro é considerado um dos principais candidatos para o Gólgota e ainda tem sido um local de peregrinação de cristãos pelos últimos dois mil anos.
Jerusalém é considerada a terceira cidade sagrada do Islamismo.7 Aproximadamente um ano antes de ser permanentemente trocada por Caaba em Mecca, a qibla (direção da oração) para os muçulmanos era Jerusalém.A permanência da cidade no Islão, entretanto, é primariamente de acordo com a Noite de Ascensão de Maomé (c. 620 d.C.). Os muçulmanos acreditam que Maomé foi miraculosamente trasportado em uma noite de Mecca para o Monte do Templo em Jerusalém, aonde ele ascendeu ao Paraíso para encontrar os profetas anteriores do Islão. primeiro verso no Al-Isra do Alcorão notifica o destino da jornada de Maomé como a Mesquita de Al-Aqsa (a mais distante), em referência à sua localização em Jerusalém. Hoje, o Monte do Templo é coberto por dois marcos islâmicos para comemorar o evento — A Mesquita de Al-Aqsa, derivada do nome mencionado no Alcorão, e a Cúpula da Rocha, que fica em cima daPedra Fundamental, na qual os muçulmanos acreditam que Maomé ascendeu ao céu.
Esportes
 Os dois esportes mais populares em Jerusalém, e em Israel como um todo, são o futebol e o basquetebolBeitar Jerusalem Football Club é um dos mais populares times em Israel. Dentre os seus fãs encontram-se vários antigas e atuais figuras políticas que mantém o compromisso de estarem presentes em seus jogos. Outro grande time de futebol, e um dos maiores rivais do Beitar, é o Hapoel Katamon F.C. , enquanto que o Beitar foi campeão da Copa de Israel por cinco vezes, e Hapoel só ganhou a copa uma vez. Ademais Beitar joga na mais prestigiada Ligat ha'Al, enquanto Hapoel se encontra na terceira divisão da liga nacional.
No basquete, Hapoel Jerusalem está em alta posição na primeira divisão, embora ainda não tenha ganho nenhum campeonato, o clube ganhou a copa nacional quatro vezes, e a Copa ULEB em 2004.209
Desde sua abertura, o Estádio Teddy Kollek é o principal estádio de Jerusalém para sediar jogos de futebol, com capacidade para 21 mil pessoas.
[FIQUEI ALEGRE QUANDO ME DISSERAM: “VAMOS À CASA DE ADONAI!”.
NOSSOS PÉS JÁ ESTAVAM EM SEUS PORTÕES, YERUSHALAYIM.
YERUSHALAYAIM, EDIFICADA COMO CIDADE, ENCORAJANDO AMIZADE E UNIÃO.
A ELA, SOBEM AS TRIBOS DE ADONAI, EM TESTEMUNHO PARA YISRA’EL, PARA DAR GRAÇAS AO NOME DE ADONAI.
POIS ALI OS TRONOS DA JUSTIÇA FORAM ESTABELECIDOS, OS TRONOS DA CASA DE DAVID.
OREM POR SHALOM EM YERUSHALAYIM; QUE PROSPEREREM AQUELES QUE A AMAM.
QUE SHALOM ESTEJA DENTRO DE SEUS MUROS, E A PROSPERIDADE, DENTRO DE SEUS PALÁCIOS.
POR CAUSA DE MINHA FAMÍLIA E AMIGOS, DIGO:
“SHALOM ESTEJA DENTRO DE VOCÊ!”.
POR CAUSA DA CASA DE ADONAI, NOSSO DEUS, PROCURAREI SEU BEM.”] Tehillim 122:1-9. Salmos 122:1-9.
(SHALOM SOBRE YISRA’EL.)
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